NO ALVO

Sente, mas não fique a vontade!

04:20

O Golpe Publicitário do Menino do Balão

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Depois de chamar a atenção do mundo na quinta-feira passada, o episódio do “menino do balão” vem sendo desvendado pela polícia do Colorado, nos EUA. E conforme as palavras do próprio xerife encarregado do caso, Jim Alderden, ditas nesse domingo, tudo não passou de um “golpe publicitário”.

Uma farsa, se assim você preferir chamar. Segundo as suspeitas, o que os pais do garoto Falcon, de 12 anos de idade, queriam, era chamar atenção da mídia, que aliás, parecia estar precisando de assunto. Uma espécie de marketing de guerrilha para conseguirem participar de um reality show na TV. Aliás, o casal já tinha participado de duas edições do programa “Wife Swap” (”Troca de Família”).

Essa ação publicitária do mal começou a ser deflagrada quando, durante entrevista na CNN, o garoto Falcon falou mais do que devia. Seu pai, Richard, perguntou porque o menino não saiu de seu esconderijo na garagem quando ouviu gritarem seu nome, e ele respondeu: “Porque vocês disseram que estávamos fazendo isso por causa do show.”

A polícia do Colorado, que continua investigando o caso, espera acusar a família Heenes por conspiração, contribuição para a delinquência de menor, falso testemunho a autoridades e tentativa de influenciar funcionários públicos. O casal pode ser condenado a até seis anos de prisão e multa de US$ 500 mil.

Se a suspeita de hoax for confirmada, a busca pela fama do casal Heenes gerou um PR stunt que está sendo comparado a Roswell pelas autoridades. E se podemos detestá-los pelo que fizeram envolvendo três crianças, devemos admitir que conseguiram o que queriam: horas e horas de exposição na mídia, ainda que o prêmio final seja uma bela temporada na cadeia. De olho nos próximos capítulos dessa bizarra história.

05:24

Menos Interrupção ou Contextualização?

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Tem gente que aproveita a hora do comercial para ir ao banheiro. Mas aqueles que não se levantam do sofá, raramente aguentam assistir a um break comercial completo.

Os programas criam conteúdo que as pessoas querem ver e por consequência atraem a audiência, mas muitas vezes o break comercial chega apavorando e espanta todo mundo. Dependendo da qualidade do break comercial, ele pode reter ou espantar a audiência que o programa havia captado.

Desse fenômeno nasce o zapping de canais, um grave problema para as emissoras que sofrem com a queda da audiência na hora do comercial.
Veículos, agências e anunciantes estão criando maneiras preventivas para segurar a audiência durante os breaks. Deste, dois modelos se destacam

1) Menos interrupção
A Rede Globo está restringindo em 2 minutos o tempo do break comercial de programas como o Jornal Nacional e Globo Esporte. A horário do plim plim ficou mais rápido.

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Desta forma ela pretende reter a audiência de seus programas, sem deixar que aqueles comerciais a “atrapalhem”. Perde um pouco de receita, mas ganha em ibope (que talvez permita aumentar o custo da inserção dali um tempo). É uma solução, mas talvez estejam abordando o problema da maneira errada. Pelo menos é o que acreditam os embaixadores do modelo a seguir.

2) Mais contextualização

Se os três minutos habituais de `propaganda` fossem tão interessantes e relevantes quanto o jornal, o risco de haver vazão de audiência e zapping diminuiria bastante. Se a Globo lutasse pela qualidade e contextualização dos comerciais veiculados em sua programação, ela poderia continuar com intervalos de 3 minutos, gerando mais dinheiro de anunciantes, além de manter um ibope melhor.

Por outro lado, tal modelo traria implicações complexas para a criação tradicional das agências (também) tradicionais, já que estas teriam que criar diversas peças levando em consideração o contexto de onde seriam veiculadas (comercial versão telejornal, versão novela 3, versão futebol, etc). Mas se as agências ainda não se movem tanto este sentido, os próprios veículos começam a se proteger do zapping, criando o comercial de seus anunciantes com o mesmo contexto e linguagem do programa.

É o caso do CQC, que durante o programa exibidos diversos “comerciais” criados pelos própios integrantes do CQC (em conjunto com as agências). E tem vezes que o pessoal do CQC acerta a mão mais do que as agência.


 
Os Alunos do Primeiro Semestre de Marketing da ETEC realizaram junto com a orientação da Professora Natália uma pesquisa sobre o energético TNT ( o primeiro com fabricação brasileira ) e seu maior concorrente Red Bull ( líder de mercado ).Foram analisadas design de embalagens, público alvo, pontos de vendas, preço, disposição nas gôndolas e os pontos fortes e fracos de cada um.
Em degustação realizada, para análise de sabor entre as concorrentes foi constatado que:

90% dos pesquisados disseram preferir o Red Bull, pelo seu sabor mais suave, enquanto TNT possui sabor mais amargo.

 

A diferença de preço entre ambas também é um fator que pode influenciar na compra. Analisando os preços pagos: Red Bull - R$ 5,84 e TNT - R$ 4,50 ( preço do produto gelado em lojas de conveniência ). A participação do energético em festas da nossa região e sua forte ação de merchandising, merecem destaque por estar já conquistando seu público-alvo: Jovens que praticam esportes e frequentam baladas.
Os alunos fizeram ainda ações de intervenção urbana e promoção de vendas sobre o produto.

11:35

Mega Campanha do Energético TNT

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Com uma grande festa no programa A Fazenda, da Rede Record, a Multi Solution marcou o início das ações de lançamento do TNT Energy Drink, primeiro e único energético do Brasil a ter o selo higiênico de proteção e marca que brilha na luz negra. A agência foi responsável pela criação da marca e do design, através dos quais procurou ressaltar as qualidades da bebida, diferente de tudo o que está disponível no mercado atualmente.

Segundo Leonardo Corvo, diretor de Criação da Multi Solution, “foram criados seis filmes de 15 segundos e mais anúncios impressos, que usam o humor e a sátira para mostrar os efeitos do produto em diversas situações”.

A estratégia de lançamento terá ampla cobertura de mídia em revistas e televisão aberta como: Globo, SBT, Record, Band e Rede TV. Foram programadas ações de merchandising nos programas Papo de Amigos, da TV Gazeta, Amaury Jr. no quadro Dani-se apresentado por Daniela Freitas, Auto +, da Rede TV, MTV, entre outros.

Para complementar as ações de lançamento do TNT Energy Drink, a Multi Solution desenvolveu peças de ponto de venda como bandô, camiseta, cartaz, banner, display de latas, cooler, frotas e vinheta para as festas que trazem na chamada a palavra “Detone” e destacam o poder energético da bebida, fazendo uma comparação com dinamite prestes a explodir.

As peças serão espalhadas pelas casas noturnas, bares, restaurantes, lojas de conveniência, lojas de alimentos e bebidas importadas, super e hipermercados, mercados regionais, adegas, drogarias, farmácias e academias das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.

Segundo Pedro Queirolo, diretor da Multi Solution, a campanha pretende atingir jovens, estudantes, profissionais e esportistas, que poderão se beneficiar dos efeitos da bebida, também disponível na versão Zero Açúcar, com apenas 11 calorias por lata.

Ficha Técnica
Título: Detone
Anunciante: Cervejaria Petrópolis
Produto: TNT Energy Drink
Agência: Multi Solution Publicidade e Comunicação Ltda
Criação: Felipe Racca/Marcio Fascina/Murilo Barker/Rafael Macia/Vavá Rodrigues/Vinicius Silverio
Direção de Criação: Ale Ferreira/Leonardo Corvo
Atendimento: Pedro Queirolo/Juliana Rocha/Renata Hasegawa
RTVC: Alex Bandeira
Produtora / Filme: Raio-X Filmes
Direção / Filme: Maurício Eça
Direção / Fotografia: Marcelo Corpanni
Pós produção: Raio-X Filmes
Montagem: Jingleman
Produtora / Som: imusi Produções
Aprovação/Cliente: Douglas Costa

11:24

Merchandising e as Novelas

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A  novela lança moda e produtos  há muitos anos . Já na década de 60,  Beto Rockefeler ( nome do personagem e da novela  de 1968, escrita por Bráulio Pedroso) utilizou casualmente, uma certa bebida  no ar.   Isso aumentou sua venda. E assim vem sendo passado ao consumidor o famoso merchandising  que hoje é alvo de críticas e mas não de  estranhamento por parte do telespectador. 

Ele pode sim, irritar-se por tantas e tantas óbvias  aparições  dos mais diversos produtos no interior dos capítulos. Em Belíssima ( de Sílvio de Abreu – TV Glovo, 2006) as personagens aparecem visitando uma fábrica da Natura ( linha de cosméticos) e comentam as qualidades dos  produtos dessa marca.


O telespectador  quer assistiu ao tal capítulo  teve seu  consciente envolvido no enredo que deu “ oportunidade” do personagem conhecer até a fábrica de cosméticos, percorrendo suas instalações. Estes, foram apresentados , embutidos na temática das relações  familiares  e no caso, a personagem Katina, estava em busca de uma “ oportunidade de emprego”, como  representante  comercial dos tais cosméticos da Natura  ou  melhor dizendo, revendedora  para amigos e conhecidos. A novela, dessa forma,  está  bombardeando  apelos consumistas e,  mesmo consciente das intenções da propaganda subliminar da empresa, o telespectador pode dar preferência à tal marca, na hora de fazer suas compras . Caso contrário o merchandising não dava tanto lucro à emissora.


Roberto Ramos , em seu livro Grã-finos na Globo, dá a extensão de tal estratégia comercial inserida nas novelas. Ele nos lembra que  já no biênio1975-76, Pecado Capital, de Janete Clair; O Grito,de Jorge Andrade; Anjo Mau, de Cassiano Gabus Mendes  tentaram vender  calças Lewi”s, Leite Paulista, Banorte, Bamerindus, Aplub, Vasp, Volkswagen,General Motors etc E ainda, em Pecado Capital vendia-se um baton da Max Factor.  No ano de  1982, em Elas por elas, Gabus Mendes mostrou uma morte no motel. Uma das provas era o sabonete Vale Quanto Pesa. Ele passou a ser peça importante para desvendar o crime e conquistou espaço no enredo.
     


Essas são apenas algumas “pérolas” do passado. Hoje, o telespectador que prestar atenção vai ver que durante a semana em que assistiu aos capítulos de uma telenovela, mais de 20  marcas foram introduzidas através de imagens ou até em  falas dos personagens. A novela que vende perfumes, vende comportamento também. Fique atento!

11:19

Vitrines para Atrair o Concumidor

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Para atrair um consumidor é necessário que as lojas contem uma história. Muito mais do que produtos ou serviços, as decisões de compra baseiam-se em emoções humanas. Para o varejista, é imprescindível perceber o que o cliente busca e seduzi-lo com as melhores alternativas. É na vitrine que essa história começa, como destacou Vera Barretto, sócia-diretora da Shopfitting durante o 11º Encontro de Ativação em Varejo no BarraShopping.

Segundo Vera, 91% das pessoas ainda mantêm o hábito de sair para olhar vitrines e o varejo deve se aproveitar disso. Destas, 70% escolhem o que comprarão durante os cinco segundos, em média, que levam apreciando as lojas e decidindo se entram ou não. “A vitrine é uma conversa mais particular, com menos inibição, para que o consumidor perceba o que encontrará na loja. Mas todo o espaço deve acompanhar o mesmo conceito”, aponta a especialista.

Mais do que um meio de comunicação, as vitrines são um veículo de captação de clientes. “Principalmente em um shopping, em que você está cercado por outras lojas, é importante conquistar o consumidor através da vitrine, seja por inovação, seja por criatividade”, diz Tina Adnet, Gerente de Marketing do BarraShopping, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Boas vitrines entendem o que o cliente busca
Ao atrair o consumidor para dentro de uma loja, a vitrine é responsável por efetivar uma boa parte da venda. Por isso, ela deve encantar quem as observa. O espaço é responsável também por criar um clima que valorize os produtos, a proposta da coleção e, até mesmo, causar um impacto que seja coerente com a marca e com o seu público-alvo.

Na hora de montar uma vitrine, a empresa deve entender o que o cliente busca e valoriza. Para isso, é importante definir o perfil deste consumidor. “Há quem queira exclusividade, o que pede vitrines que destaquem poucos produtos. Já aqueles que desejam variedade gostam de vitrines que mostrem um volume maior, mas com harmonia. Há ainda quem procure oportunidade. Para este perfil, as vitrines cheias de produtos dão a sensação de que aquela loja tem peças de menor preço”, explica Vera, da Shopfitting.

A novidade é outro elemento importante. É essencial que as lojas mudem constantemente suas vitrines. Em média, o ideal é que a mudança ocorra a cada 15 dias. Se não há transformações na vitrine, os consumidores tendem a achar que também não existem novidades na loja. Também não adianta expor muitos produtos em um mesmo espaço. É necessário criar uma harmonia entre os elementos e conduzir o olhar de quem observa, dando foco a um produto e deixando os outros como secundários.

Planejamento e criatividade para o sucesso
A criatividade também é fundamental, independente do orçamento. Mas é necessário direcioná-la da maneira certa. Ao planejar e montar uma vitrine, o profissional deve saber integrar o tema da coleção, os produtos que devem ser destacados, os complementos e a decoração. Esta integração é uma somatória de ações que contribuirão para o crescimento das vendas.

A decoração deve ainda estar em sintonia com o contexto atual e explorar os signos presentes na cultura do lugar. Acompanhar o calendário promocional mostra que a marca valoriza o que é importante para o cliente. Por isso, as lojas devem entender o que determinadas datas como o natal e o ano novo representam para os seus consumidores.

Estando em um shopping, quando a competição é acirrada, é mais importante ainda que as vitrines sigam este conceito. Além disso, ao atrair consumidores, a loja beneficia o empreendimento como um todo. “A vitrine faz parte de um conjunto de comunicação único e o shopping deve munir o lojista de conhecimentos sobre instrumentos, ferramentas e imagens inspiradoras para atrair bons clientes”, comenta Tina, do BarraShopping.


Marketing Sensorial
Oferecer experiências sensoriais ao cliente também é papel das vitrines. Apesar de a visão ser responsável por 83% do que aprendemos, não se pode deixar de lado os outros sentidos. É aí que entra o Marketing Sensorial. “Deve-se trabalhar muito a experiência sensorial. A forma como você aborda os sons e os cheiros influencia diretamente na decisão de compra”, explica a Gerente de Marketing do BarraShopping, durante a entrevista ao site.

De acordo com estudos, as cores influenciam o humor. O vermelho, por exemplo, chama a atenção e estimula a compra. Por isso, é muito usado em liquidações. Por outro lado, cores como azul e verde têm efeito calmante e tranquilizante. Saber utilizá-las dá credibilidade à marca, agrega valor e destaca o produto. Já a iluminação é responsável por reforçar as cores e destacar o produto. Ela gera reconhecimento, dirige o olhar do consumidor, define as formas e provoca as sensações, como se fosse a alma da vitrine.

O olfato é um sentido que estimula as sensações sem que haja uma assimilação racional. Por isso, se bem utilizado, é capaz de incitar lembranças e experiências positivas dos consumidores, além de criar uma identidade que jamais será esquecida. Com criatividade, muito planejamento e um amplo conhecimento a respeito do público-alvo e da marca, é possível facilitar o trabalho das equipes de venda. Uma boa vitrine cria uma atmosfera de compras e uma história esperada pelo consumidor. O espaço apresenta a marca, a loja, o produto e ainda é capaz de superar as expectativas dos clientes.

10:07

Delícia de Outdoor

Postado por NO ALVO |

Eis a prova de que ainda dá para despertar interesse em um outdoor. Basta colocar a cabeça para funcionar. 




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